Impressão 3D fidedigna de fetos: uma boa lembrança da gestação ou esquisitice?

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Os pais que queriam ver como seriam seus bebês ainda em gestação já contavam a ultrassonografia comum, porém a imagem gerada por ela não enxerga a pele do feto, o que acaba dificultando na visualização de traços no rosto, por exemplo. Então veio a ultrassonografia 3D, capturando uma imagem bem mais nítida onde realmente se vê a aparência do bebê. Graças a este avanço, já é possível trazer à realidade um modelo em escala real de uma pessoa que ainda nem nasceu.

Na opinião da revista inglesa Channel Mumm, especializada em assuntos de maternidade, a representação em 3D de bebês em gestação é a tendência número 1 para 2016. O processo é relativamente simples: por meio da ultrassonografia 3D, que hoje já é um procedimento amplamente difundido na medicina, é gerado um arquivo 3D que é entregue a uma empresa de impressões. Esse arquivo então é trabalhado, preparado para a impressão e após acabamentos é entregue aos futuros pais. Pensando nessa demanda, aparentemente estranha para alguns porém inegavelmente existente, empresas especializadas surgiram no mercado, como a Wolfprint 3D, despertando a curiosidade de grandes veículos de notícias.

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Apesar da novidade ter chamado a atenção e gerado interesse, só o tempo dirá se a especialidade crescerá e a pergunta que fica é: e você, teria uma escultura da sua filha(o) mesmo antes dela nascer ou acha que é apenas mais uma moda esquisita que passará em breve?